CONTROVERSA

Depois de um hiato de mais de 13 anos, a cantora e compositora Adriana Deffenti lança um novo álbum. Produzido por Ives Mizoguchi e Bernard Simon, Controversa reúne 10 canções, entre composições de Adriana, Nei Lisboa, Bianca Obino, Ramiro Macedo e Arthur de Faria, em arranjos pop-contemporâneos.

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LETRAS

1 ROMANCE ACIDENTAL


BR-41W-19-00001 ADRIANA DEFFENTI Bateria André Garbini Baixo Jéssica Berdet Guitarra, piano elétrico, órgão e synths Bernard Simon Guitarra e órgão Ives Mizoguchi Voz e flautas Adriana Deffenti
Não se preocupe, baby Eu não te amo tanto assim É só questão de jeito Se eu exagero até o fim Eu gosto de inventar Romances pra entender Meu medo de amar Mania de sofrer Não se engane, baby Se eu for embora você vem Sai dessa armadura Que não engana mais ninguém Repare que não há Começo nem final Desculpas pra estancar O fluxo natural… …que chega em forma de beijos e abraços Sem poréns, sem ser nada além do que somos Apenas mortais Carentes e iguais Fazendo uma bela dupla Querido, não se iluda Pois isso tudo tem final É só questão de tempo Pra esse romance acidental Aos poucos terminar tendência atual Viver no singular Novela bimensal E quando enfim nós dois encararmos o fato De que assim permaneceremos intactos à salvo de nós amigos e à sós ilesos à dor… Não se preocupe, baby. Eu não te amo tanto assim. _________________________ Produzida e mixada por Bernard Simon e Ives Mizoguchi. Gravada na Casa Coroados e Estúdio Casona.




2 BOCA


BR-41W-19-00002 BIANCA OBINO Bateria André Garbini Percussão Diih Neques Baixo Jéssica Berdet Guitarras Bernard Simon e Ives Mizoguchi Voz Adriana Deffenti Minha boca não está na tua. Minha boca fala Cospe em palavra quando a vida é crua Minha boca não está na tua, não. Minha boca baba, baba, baby Toda vez que acha que eu só sirvo nua Eu não quero ser a cara eu quero é ter a voz E tampoco eu sou de marra. Só sei que sou mais que dois à sós Meu feroz rugido sai da boca quando minha boca exala O cheiro de uma arma quando cai a pólvora Assim minha boca solta pastilha que era amarga Mordida de revolta à gosto de quem valha Eu não quero ser a cara eu quero é ter a voz E tampoco eu sou de marra. Só sei que sou mais que dois à sós _________________________ Produzida e mixada por Bernard Simon e Ives Mizoguchi. Gravada na Casa Coroados e Estúdio Casona.




3 MALABARISMO ÍNTIMO


BR-41W-19-00003 ADRIANA DEFFENTI Bateria André Garbini Percussão Diih Neques Baixo Zé Natálio Teclado Leonardo Bittencourt Guitarras, teclados e synths Bernard Simon e Ives Mizoguchi Voz Adriana Deffenti
Eu te adoro tanto, que corro na rua, sapato e cabelo suado molhando na chuva e até acho bom Te levo enquanto disparo no tempo no passo que passa no voo do meu pensamento no canto contente e fora do tom Parece banal Mas é tão natural não me perder no caminho Eu te adoro tanto, que faço segredo das coisas bonitas e simples que penso e sinto pra não acabar com todo encanto de cada momento que passo contigo sabendo que tenho teu beijo sabendo de todo o desejo que há espero acordar desse sonho real sem me perder no caminho e é assim porque te amo e posso mudar os meus planos pra ficar contigo agora no espaço, no tempo, na hora que eu mais preciso porque te adoro tanto... e é fato, nos atos, exatos abraços no meu melhor sorriso que aflora e voa pela rua afora num malabarismo… _________________________ Produzida e mixada por Bernard Simon e Ives Mizoguchi. Gravada na Casa Coroados e Estúdio Casona.




4 MILONGA DA CASA TOMADA


BR-41W-19-00004 ARTHUR DE FARIA Bateria André Garbini Percussão Diih Neques Baixo Jéssica Berdet Teclado Leonardo Bittencourt Guitarras, clarinete e synths Bernard Simon Guitarras, synths e sax Ives Mizoguchi Voz Adriana Deffenti
Mora na minha casa tanta gente que não cabe mais ninguém Tem um tio tarado e meio torto e uma tia que morreu (de parto!) Tem o meu vizinho e seus cachorros, tem um bisavô com seus esporros Mora na minha casa tanta gente e ainda agora vem você por cima Mora na minha casa tanta gente que não cabe mais ninguém Mora na minha casa tanta gente que não cabe mais ninguém Já falei do tio tarado falta agora o concunhado que era gay E aquela prima burra e mongolona, e a mulher do outro tio que é uma colona Mora na minha casa tanta gente e eu só queria ter você (a louca!) Mora na minha casa tanta gente e eu ainda quero mais alguém Corro pra escolinha, vou pra firma, espero a outra lotação Tanto amor me pedem, passo um brilho, essa maldita não vem não Um dia eu chuto tudo, saio rindo e vou criar o meu petit Longe dessa gente toda louca, onze e quinze eu vou fazer harakiri Mora na minha casa tanta gente que não cabe mais ninguém Nesse entra-e-sai de tanta gente eu não sei mais quem que eu sou Tantos estilhaços espalhados entre o quarto e o portão da frente Tantos mil pedaços pra colar e eu espalhadinha pelo ar Enquanto um me espera no portão que é preu entrar os outros contam minutos Mora na minha casa tanta gente que não cabe mais ninguém Tanta gente disputando pra ser mãe dos mesmos filhos e eu aqui Rodopiando entre essas cruzes, me tonteando e eu nem posso me sumir Um dia eu tomo todas, quebro tudo e vou criar meu bacuri Em Santa Catarina com a vó dele Que é maluca mas já conseguiu sair dessa clínica Mora na minha casa tanta gente que falta eu não vou fazer Mora na minha casa tanta gente que às vezes não caibo eu Mora na minha casa tanta gente que não cabe mais ninguém Já falei do tio tarado já falei do concunhado que era gay (e sempre foi!) Já falei do meu vizinho e seus esporros Já falei do bisavô com seus cachorros Mora na minha casa tanta gente e ainda agora vem você e bagunça Mora na minha casa tanta gente que eu não sei mais quem que é quem Tanta gente disputando pra ser mãe dos mesmos filhos e eu aqui Rodopiando entre essas cruzes, me tonteando e eu nem posso me sumir Um dia eu tomo todas, quebro tudo e vou criar meu bacuri Em Santa Catarina com a vó dele Que é maluca mas já conseguiu sair dessa clínica Mora na minha casa tanta gente que falta eu não vou fazer Mora na minha casa tanta gente que eu não sei mais quem que é quem Mora na minha casa tanta gente e eu só queria ter você (a louca!) Mora na minha casa tanta gente que às vezes não caibo eu _________________________ Produzida e mixada por Bernard Simon e Ives Mizoguchi. Gravada na Casa Coroados e Estúdio Casona.




5 CONTROVERSIA


BR-41W-19-00005 ADRIANA DEFFENTI (Versão de Gustavo Claveria) Percussão Diih Neques Violão Bernard Simon Voz Adriana Deffenti
Si a veces una persona me nota en la calle Y lanza mirada inexperta y se molesta con mi presencia Prefiero ver a un ser humano Actuando extraño en mi camino Que sólo se esta sorpriendiendo de álguien espontáneo Y sépalo señor, señora: yo estoy aquí Por disfrutar la libertad de vivir por mí Y después por usted Y si mi manera lo incomoda Digo y repito todo el tiempo Adoro ser esta persona que usted detesta/adora Ya pare de meter nariz donde no le incumbe No estoy enojado, yo no soy culpable, yo no tengo apuro (apuro no tengo) Pare de meter nariz donde no le incumbe Que mi alma es pura y poco me importa si soy controversia _________________________ Produzida e mixada por Bernard Simon e Ives Mizoguchi. Gravada na Casa Coroados e Estúdio Casona.




6 OUTONO


BR-41W-19-00006 RAMIRO MACEDO I Violino André Rocha de Souza Borba II Violino Miriã Farias Viola Thiago de Souza Pinto Violoncelo Jonathan Guilherme Pires dos Santos Arranjo Ives Mizoguchi Voz Adriana Deffenti Todo outono as pessoas parecem seguras 
na rua
 Passam mulheres que nunca se vê em outra estação. 
Onde vão? 
Eu sei...outonos são um Rubber Soul. 
Beatles em francês.

 E a pintura que seca nas portas é morta. Rasga. 
Galhos e sombras, faróis nos vitrais. 
Os muros enrugados das casas

 Eu sei...outonos são um Rubber Soul. 
Beatles em francês. Eu sei...outonos são um Rubber Soul. 
Beatles em francês. Eu sei...outonos são um Rubber Soul. 
Beatles em francês. Todo outono as pessoas parecem seguras 
na rua
 Passam mulheres que nunca se vê em outra estação. 
Onde vão? 
Eu sei...outonos são um Rubber Soul. 
Beatles em francês. _________________________ Produzida e mixada por Bernard Simon e Ives Mizoguchi. Gravada na Casa Coroados e Estúdio Casona.




7 PÔQUER NO ESCURO


BR-41W-19-00007 NEI LISBOA Teclado Leonardo Bittencourt Synths e efeitos Bernard Simon e Ives Mizoguchi I Violino André Rocha de Souza Borba II Violino Miriã Farias Viola Thiago de Souza Pinto Violoncelo Jonathan Guilherme Pires dos Santos Voz Adriana Deffenti
Agora é tarde Nosso destino já foi selado Ninguém sabe, ninguém viu Algum idiota algum iluminado nos espera do outro lado do ano dois mil Agora é tudo possível futuro presente surpresa pôquer no escuro o primeiro ovo Qualquer um é gênio Qualquer um dá bate-e-volta última revolta do milênio Agora é sempre aquilo que tem sido anunciado a poucos Cada vez mais loucos lindo e velozes nos dirão(farão) mansinhos dez minutos depois de explodirmos o metrô se explodimos o metrô de explodirmos o metrô se explodimos o metrô _________________________ Produzida e mixada por Bernard Simon e Ives Mizoguchi. Gravada na Casa Coroados e Estúdio Casona.




8 ECO


BR-41W-19-00008 ADRIANA DEFFENTI Bateria André Garbini Baixo Zé Natálio Guitarras e Synths Bernard Simon e Ives Mizoguchi Voz Adriana Deffenti
Lança... Brota...meu alívio de não ser você Que solta...denota essa ira que parte ao saber do músculo que pulsa vibrando um passado que quero esquecer do pouco ou muito que me falta de tudo que nos basta, do muito que nos resta E quando amanhecer Eu vou lembrar de todos erros, todos crimes que vou cometer E não serei alguém que não se importa com seu erro se o meu erro é o mesmo que o seu Eu vou pagar pra ver Fazer de conta que não amo e eu me amo Senta, fala tudo aquilo que eu quero dizer Dispensa a máscara que oculta o belo em você No músculo… _________________________ Produzida e mixada por Bernard Simon e Ives Mizoguchi. Gravada na Casa Coroados e Estúdio Casona.




9 RELAX


BR-41W-19-00009 ADRIANA DEFFENTI Bateria André Garbini Percussão Diih Neques Baixo Jéssica Berdet Piano elétrico e órgão Leonardo Bittencourt Voz e castanholas Adriana Deffenti
Pense bem, jovem senhora O que se aprende com a história percorre todas as linhas do seu ser dissolve cada passo em falso (assim!) me faz ter gosto em estar com você pequena, serena… Pense bem, velha mocinha cada vinco/vício, cada linha costura esse teu vestido demodé Um clássico que bomba no brechó O novo negro da estação é rosa, é prosa… ...dessa mistura subversiva (mulher, sem as agruras de ontem!) Da loucura que te traz lucidez (quer mais saúde que sonho) É a Marinex, a unissex, a total-flex, tá lá, de boa na lagoa, relax! _________________________ Produzida e mixada por Bernard Simon e Ives Mizoguchi. Gravada na Casa Coroados e Estúdio Casona.




10 CONTROVERSA (feat. Valéria Barcellos) Bonus Track


BR-41W-16-00010 ADRIANA DEFFENTI Bateria Marquinhos Fê Percussão Giovanni Berti Baixo Lucas Esvael Teclado Michel Dorfman Violão e cavaco Gilberto Oliveira Trompete Alex Jardim "Anjinho" Trombone Huberto Martins "Boquinha" Sax e flauta Rodrigo Siervo Vozes Adriana Deffenti e Valéria Barcellos
Se às vezes uma pessoa me nota na rua E lança aquele olhar bisonho de quem se incomoda com a minha presença Prefiro achar que é só humano Um jeito de agir estranho Há seres que se surpreendem com o espontâneo Mas saiba meu senhor, senhora, que fiquei assim Por desfrutar da liberdade de viver pra mim (depois pra você) E se meu jeito lhe incomoda Digo e repito a toda hora Adoro ser essa pessoa que você detesta Então… Para de meter o bedelho onde não te interessa Eu não tenho raiva, eu não tenho culpa, e nem tenho pressa (pressa nenhuma) Se às vezes uma pessoa me nota na rua E lança aquele olhar bisonho de quem se incomoda com a minha presença Prefiro achar que é só humano Um jeito de agir estranho Há seres que se surpreendem com o espontâneo Mas saiba meu senhor, senhora, que fiquei assim Por desfrutar da liberdade de viver pra mim (depois pra você) E se meu jeito lhe incomoda Digo e repito a toda hora Adoro ser essa pessoa que você adora Então... Para de meter o bedelho Para de meter o bedelho Para de meter o bedelho onde não te interessa _________________________ Produzida e mixada por Gilberto Oliveira. Gravada na Téc Áudio.





Direção Artística Adriana Deffenti
Masterização Marcos Abreu
Coordenação de Produção Luciana Bitello
Fotos (Capa, Contra Capa e Encarte) Heloisa Medeiros
Fotos (Selo e Adesivo) Mauricio Capellari
Projeto Gráfico Cintia Belloc

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